Acompanhantes de luxo em Brasília

Romance com acompanhantes dentro do escritório

“Ele murmurou, caminhando-a de volta para a borda da mesa e colocando-a em suas costas para poder levantá-la. Pressionou-se contra ela, usando uma coxa grossa e magra para afastar as pernas e poder se aconchegar contra seu calor. “

“O que você está fazendo ainda aqui?” ele perguntou.

“Eu estava esperando por você; eu queria perguntar uma coisa.” Rafe tinha certeza de que sabia o que era aquilo, então fechou a porta do escritório e fechou as persianas, dando-lhes um pouco de privacidade.

“Continue, então.”

“Russ?”

“Eu o despedi.”

“Por quê?” Rafe lambeu os lábios e franziu a testa.

“Você está me perguntando seriamente o porquê? Porque ele te agrediu, e eu não estou tendo uma vida ruim assim trabalhando aqui. Não é justo com você ou com qualquer outra mulher pela qual ele possa se interessar.” Mattie acenou com a cabeça; ela não estava arrependida de vê-lo partir.

“E as pessoas estavam dizendo que havia gotas de sangue no tapete perto da mesa dele?” ela perguntou intencionalmente. Rafe apenas deu de ombros. Mattie mordeu o interior da bochecha e estreitou os olhos para ele em avaliação; ele era invulgarmente evasivo.

“Rafe?”

“O que?” ele perdeu a cabeça; seu rosto se enrugou em um rosnado impaciente.

“O sangue?”

“Talvez ele tenha tropeçado ao sair”, disse Rafe, ironicamente.

Mattie suspirou e estendeu a mão para as mãos de Rafe, pegando-o de surpresa. Os olhos dele se arregalaram com o toque das Acompanhantes de luxo em Brasília enquanto queimava sua pele. Mattie segurou as mãos na frente dela e olhou para o vermelho avermelhado nas juntas da mão direita de Rafe.

Acompanhantes de luxo em Brasília

“Você bateu nele?” ela perguntou, suavemente, sem indícios de acusação.

“Ele tentou me bater duas vezes. Voltei pela segunda vez.”

Então ele sorriu e orgulhosamente disse: “Foi um bom soco, bem no meio de seu rosto. Ele calculou que eu tinha quebrado o nariz”.

“Você acha que sim?” Mattie perguntou, fazendo uma careta.

“Talvez”, disse Rafe, com uma inclinação ociosa da cabeça. “Ele certamente sangrou um pouco.”

“Acho que devo agradecer então, ou algo assim?” ela disse, incerta.

Ela não sabia o que era a etiqueta nesse tipo de situação. Ela deveria aceitar a demissão de Russ como uma questão de negócios – para benefício de todos – ou um sinal de que ela era importante?

“Não me agradeça”, disse Rafe, com a voz baixa e com uma certa vantagem. Ele estendeu uma mão e a envolveu na cintura pequena de Mattie, puxando-a bruscamente para ele.

“Não me agradeça. Não fale. Apenas sinta”, ele murmurou, seus lábios procurando os dela, e ela não brigou com ele porque estava com fome dele há semanas e queria se alimentar de seus lábios até ela não pôde suportar outro beijo.

“Mattie”, Rafe resmungou, caminhando de costas em direção à borda da mesa e segurando as costas dela para que ele pudesse levantá-la. Ele se apertou contra ela, usando uma coxa grossa e magra para afastar as pernas dela, para poder se aconchegar contra o calor dela.

“Mattie”, ele insistiu, “diga-me para parar agora, ou eu não vou. Eu vou ter você. Bem aqui, agora, nesta mesa desconfortável.”

Aqueles olhos cinzentos a olhavam, tão atentos em seu olhar, como se ele estivesse tentando ver dentro dela. Deveria ter sido enervante; ela deveria ter se sentido barata e mal usada. Ela não deveria ter gostado dele. Mas ela gostou dele. Ela não se sentiu barata. Ela não estava nervosa. Seu olhar era tão cheio de desejo feroz que ela nunca se sentiu tão especial em sua vida.

Ninguém nunca olhou para ela de tal maneira, com tanto desejo e necessidade indisfarçados. Mas por trás dessa luxúria ardente, havia uma suavidade oculta, a parte dele que estava pedindo, buscando permissão para que ele não a machucasse. Na verdade, ele não precisava da permissão dela, não verbalmente, porque tudo sobre a aparência dela, a maneira como ela se agarrava a ele e o beijava, a maneira como ela arqueava seu corpo nele, disse a Rafe que Mattie estava com tanta fome dele quanto ele. ele era para ela. Mas ainda assim, ele queria ouvir as palavras.

Acompanhantes de luxo em Brasília

“Mattie?” ele insistiu, prendendo a respiração.

“Raffey, por favor.”

Em um piscar de olhos, os lábios de Rafe estavam em sua mandíbula, descendo pelo pescoço e buscando a fenda de seus seios. Uma mão serpenteava lânguida pelo corpo dela, segurando aquele suave e feminino inchaço antes de procurar a barra do vestido e empurrá-lo para cima, enquanto a outra mão trabalhava febrilmente no cinto.

“Mattie, Mattie, Mattie …” Rafe suspirou. “Você não tem idéia … nenhuma idéia …” ele sussurrou, seus dedos achando o calor dela, achando-a pronta. “Mal posso esperar, Mattie. Não me faça esperar.”

“Você não precisa”, ela sussurrou, complacente, passando os dedos pelos cabelos escuros dele, quando ele a empurrou. Sua respiração ficou presa quando um assobio satisfeito escapou de seus lábios, e uma vez que ele a sentiu relaxar, ele moveu os quadris, balançando contra ela sem cautela. Era rápido e ardente como seu temperamento; a erupção violenta, antes que ele descansasse acima dela, ofegando na curva do pescoço dela.

“Sinto muito que você não tenha-” Rafe murmurou, contrito.

“Não se preocupe”, ela tentou tranquilizá-lo.

“Eu machuquei você? Não foi bom?”

“Não! Não, foi muito bom, mas eu preciso de um pouco de preâmbulo”, disse Mattie, corando.

“Como cerejas?” Rafe perguntou, com uma sobrancelha arqueada e um sotaque sexy.

“Não”, ela riu. “Como beijar. Eu preciso saber que isso significa alguma coisa.”

“Significa alguma coisa”, prometeu Rafe, beijando-a firmemente nos lábios. Mattie passou os dedos pelos cabelos dele, puxando-o de volta aos lábios quando ele se levantou dela. E encontrando-a ansiosa por sua proximidade, por seus afetos ternos, Rafe relaxou nela, sabendo que esse – aquele momento quieto de beijos – era o que a fazia tão especial para ele.

“Venha para casa comigo”, insistiu Rafe. “Passar o fim de semana.”

“Um fim de semana inteiro? Você não recorreria ao assassinato se tivesse que passar um fim de semana inteiro comigo?”

“Talvez”, Rafe riu, ironicamente. “Fique até eu não aguentar mais você, então.”

“E você não vai tentar me fazer trabalhar em outro lugar?”

Rafe balançou a cabeça.

“Não. Eu vou mantê-lo por perto, para que você não possa flertar com nenhum outro chefe.” E ele a beijou profundamente, impedindo a resposta indignada que ele viu nos lábios dela.

“O que é que foi isso?” Mattie perguntou, com os olhos arregalados e ansiosos, enquanto empurrava firmemente o peito de Rafe. Ele parou e ouviu; passos definitivos percorrendo o escritório.

“Merda”, ele amaldiçoou, se afastando e abotoando as calças, enquanto Mattie apressadamente endireitava as roupas.


Psicólogo Amapá
Psicólogos Belo Horizonte
Empresas
Pousadas